Piedade Araújo Sol
Piedade Araújo Sol publicou os seus trabalhos na extinta revista Origens, nas revistas Encontro, Máxima e em vários jornais, abrangendo poesia, prosa, contos e artigos de opinião. Esporadicamente colabora em vários blogues na Internet, tendo também colaborado num site de literatura.
A sua poesia é de índole simplista, mas reflexiva; chegando a ser dramática. Predomina o enternecimento e a tendência para o oculto e para o desconhecido imaginário. É recorrente a abordagem ao tema dos amores não respondidos e traídos. A sua profunda insatisfação leva-a a uma implacável procura dum fio condutor de uma alma gémea que não existe, e a qual tenta obsessivamente encontrar em tempos passados e futuros sobressaindo uma profunda melancolia.
A sua prosa não deriva da poesia, sendo os temas abordados com maior agressividade, chegando, por vezes, a um realismo de onde não se distingue o autêntico da simulação, mas de onde se podem retirar várias interpretações, de onde resultam sempre fins inesperados e alucinantes.
Editou os seus trabalhos em várias colectâneas literárias. Em 2005 publicou o livro "Mulher misteriosa”, e já 2006 viu a sua poesia publicada pela Magna, através do livro “Ecos”.
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